Os seis estádios reprodutivos que serão demonstrados dizem respeito basicamente ao desenvolvimento do grão e de suas partes. Todas as descrições dos estádios referem-se ao início do estádio, a não ser nos casos em que se determinem outras condições.

As descrições dos grãos dos estádios R2, R3 e R4 geralmente são aplicadas a todos os grãos da espiga, mas os grãos do meio da espiga devem ser aqueles usados para julgar o estádio.

As descrições dos grãos dos estádios R5 e R6 referem-se a todos os grãos da espiga. A espiga de inserção mais alta de uma planta prolífica deve ser usada para julgar o estádio, a menos que o estádio das espigas de inserções mais baixas seja especificamente desejado.

  • Estádio R1: florescimento;
  • Estádio R2: grão leitoso (10-14 dias após o florescimento);
  • Estádio R3: grão pastoso (18-22 dias após o florescimento):
  • Estádio R4 grão farináceo (24-28 dias após o florescimento);
  • Estádio R5 grão farináceo-duro (35-42 dias após o florescimento);
  • Estádio R6 maturidade fisiológica (55-65 dias após o florescimento).

Figura 1: Minho em estádios reprodutivos.

Fonte: IPNI.

Figura 2. Espigas primárias da planta em R1 a R6. Ambos os lados, com embrião e sem embrião.

Fonte: IPNI.

Já, os potenciais da planta de milho são definidos da seguinte maneira, conforme a imagem abaixo.

Fonte: Adaptado de FANCELLI (1986) e Iowa State University Extension (1993).

Quer saber sobre cada um dos estádios reprodutivos da cultura? Acompanhe nosso site diariamente, siga nossas mídias sociais (SiteFacebookInstagramLinkedine fique por dentro dessa série que foi elaborada pensando em você!



Fonte das informações: IPNI.

Elaboração: Engenheira Agrônoma Andréia Procedi – Equipe Mais Soja.


Foto de capa: IPNI.

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