Soja após Crotalária: aumento da produtividade e controle de nematoides

Flor e vagem da Crotalaria spectabilis – Foto: Elaine Wutke/IAC, disponível na Página da Embrapa

Durante seu ciclo de desenvolvimento, uma planta está sujeita a interferência de vários fatores ambientais, pragas e doenças que podem prejudicar seu crescimento e desenvolvimento, podendo comprometer a produtividade da cultura. Dentre as pragas causadoras de potencias danos na cultura da soja, o nematoide-das-lesões se destaca pela agressividade com que ataca as plantas, prejudicando seu desenvolvimento e crescimento.

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Palha, o melhor herbicida no controle de plantas daninhas

plantio direto palhada

O controle de plantas daninhas assim como de pragas e doenças é indispensável na cultura da soja. Plantas daninhas como a buva (Conyza spp.), são frequentemente encontradas nas lavouras de soja, competindo com a cultura por água, nutrientes e radiação solar, implicando em redução significativa da produtividade da cultura.

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Cobalto e Molibdênio adicionados ao tratamento de sementes auxiliam no aumento da produtividade?

A semeadura da soja se aproxima e é fundamental atenção para práticas pré-semeadura como o tratamento e inoculação ou coinoculação das sementes. Além da aquisição de sementes de qualidades com bons atributos físicos, fisiológicos, genéticos e sanitários, é fundamental garantir proteção a essas sementes por meio do tratamento de sementes com fungicidas e inseticidas.

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Inoculação e Coinoculação em soja, confira os resultados dos seus benefícios

A inoculação da soja com bactérias do gênero Bradyrhizobium é uma prática diretamente relacionada sustentabilidade do cultivo. A principal contribuição da prática é a fixação biológica de nitrogênio, processo em que por meio de uma relação de simbiose com a planta, a bactéria captura o nitrogênio atmosférico e transforma-o em formas assimiláveis pela planta.

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Multa bilionária por plantios em fevereiro é desconsiderada pela Vara de Meio Ambiente

A Vara Especializada de Meio Ambiente de Cuiabá desconsiderou a multa bilionária das Ações Civis Públicas movidas pelo Ministério Público Estadual (MP) contra a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e treze produtores que participaram da pesquisa agrícola científica conduzida pela Fundação Rio Verde e Instituto Agris, para avaliar o melhor período de plantio de semente para uso próprio, não adentrando no vazio sanitário. Na última terça-feira (13.10), a sentença, julgada procedente, condenou as partes ao pagamento do valor correspondente ao volume das sementes colhido nos experimentos, bem como ao valor a título de dano ambiental coletivo em R$ 57,6 mil por experimento (em média). Aprosoja e os produtores vão aguardar a publicação da decisão e avaliar juridicamente se irão recorrer.

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