Em vídeo divulgado no canal do Youtube Professores Alfredo & Leandro Albrecht, Leandro, professor da UFPR e um dos supervisores do grupo Supra Pesquisa mostra uma lavoura onde foi colhido o milho, a palhada já está baixando e existe a presença de buva em diferentes luxos, de diferentes tamanhos.


Buva – Atenção após o milho!


O vídeo foi gravado em uma lavoura localizada no oeste do estado do Paraná, em uma área de milho que foi colhido e as plantas daninhas estão se sobressaindo na lavoura. Entre essas plantas daninhas, a buva se destaca, sobretudo por apresentar-se em diferentes fluxos e em distintos tamanhos, o que prejudica ainda mais o controle dessa planta daninha.

Na área existem plantas de buva no momento ideal de controle, plantas recém passadas do ponto e ainda plantas de buva muito maiores, cortadas pela plataforma da colheitadeira de milho e que rebrotaram após a colheita, tornando-se ainda mais resistentes e de difícil controle.

Vale ressaltar que o momento ideal de controle da buva seria quando a planta possui entre 6 e 8 folhas completamente desenvolvidas, pensando em uma aplicação e um controle efetivo. Passando das 8 folhas e dos 15 cm a buva já começa a ramificar, lignifica o caule e o controle já passa a exigir uma aplicação sequencial.

Para evitar cenários como o que ocorre no vídeo, com a presença de buva em diferentes fluxos, deve-se pensar em um manejo de sistema produtivo, ressalta o pesquisador, além da rotação de culturas, manutenção da palhada e utilização de herbicidas pensando-se no sistema, como é o caso da atrazina dose cheia no milho.

No caso agora das plantas de buva passando do ponto, o ideal é fazer-se as dessecações o mais antecipado possível, mesmo que as condições não sejam as ideias, procurar algo mais próximo com o ideal e fazer o controle antes que essas plantas se desenvolva mais e passem do momento certo para se controlar.

Após o milho, na primeira dessecação antecipada o ideal seria utilizar também um pré emergente para evitar a ocorrência de fluxos de plantas daninhas como o caso do vídeo, lembrando-se sempre que a melhor estratégia é o manejo de sistema.

Confira o vídeo abaixo.  


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Elaboração: Engenheira Agrônoma Andréia Procedi – Equipe Mais Soja.

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